Já perdi o sentido da realidade, diluído no tormento, onde queria refugiar-me das ilusões trazidas pela maré dessa corrente incontornável de desespero por não mergulhar, no vazio.
Já encontrei erros soltos na razão, em silêncio, para tentar perceber as mágoas do destino, que traçam cada curva de um esboço cinzento a carvão, irreal.
Já critiquei toda a esperança, reflectida no horizonte, para esquecer pormenores ridículos de desgostos irracionais de sentimentos radiantes, longínquos.
Mesmo assim continuo nesta angústia de palavras cruzadas, à espera que um dia essas palavras me relembrem o porquê...
Já encontrei erros soltos na razão, em silêncio, para tentar perceber as mágoas do destino, que traçam cada curva de um esboço cinzento a carvão, irreal.
Já critiquei toda a esperança, reflectida no horizonte, para esquecer pormenores ridículos de desgostos irracionais de sentimentos radiantes, longínquos.
Mesmo assim continuo nesta angústia de palavras cruzadas, à espera que um dia essas palavras me relembrem o porquê...

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