quarta-feira, 8 de abril de 2009

eu

Louco, eu, de tentar falar quando é impriscentível a minha escrita, para chegar a ti.

Não falarei sem sentido, pensei eu, mas no que escrevo esqueço o falar. Quando falo esqueço o que escrevi, e quando leio... Sentimentos de ilusão momentâneos que procuro não esquecer, recordam-me o teu sorriso de ternura, por abraçares o toque de inocência que o conquistaste com a tua beleza, e que me conquistou sem batalha e sem direito de o ter.

Triste, eu, por ter fugido inúmeras vezes do meu ideal, por querer olhar mais em frente sem perder a orientação do espaço que queria alcançar... Perdi, o espaço longínquo que procuro, o equilíbrio que me prende a mim, para voltar a caminhar iludido na escrita de silêncio.

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