quinta-feira, 9 de abril de 2009

A ti...

Tentei chegar a ti, por tudo o que me transmitias, essa delicadeza de anjo que me fizeste imaginar, como seria encontrar uma mulher assim.
Continuo nesta inquietação, de acreditar que um ser se tranforma na pureza do amor não premeditado, quando se ama com pureza igual.
Desvaneios de uma alma solitária, que esquece a razão do amor, cego, como ele é, mas intenso como sou, de loucura racional, como espero te entender, para me perceber.
Enfim... Sou louco de imaginar que o puro é transmissível ao humano, quando à minha volta toda a luz se apaga a cada chama perdida pelo sopro da tristeza de não encontar a única que me acordará destas trevas em que quero permanecer, por não conseguir perceber a tua indeferença, por não me ver em ti, e não me ver no meu espelho, por não querer perder o meu rumo de solidão, por não querer encontrar mais uma desilusão entre muitas que fugi e que não me arrependo, pois quando te encontrar, saberei que não me enganei nesta procura de angústia que me levará a ti...

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