sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Sedução finita

Perdido, em realidades paralelas às minhas, mas sem esquecer o sopro de racionalidade que por vezes não sinto, a aconchegar-me os sentidos mais primários da tua sedução.

Espero e revolto-me, contra mim, por essa vontade de liberdade que seria espontânea, em ti... E perco-me, novamente!

Posso andar milhas maritimas e, afundar-me, mais uma vez. Mas é nessas profundezas que te busco, onde iluminas essa infinidade sem a luz do astro, que me encandeia sempre que a procuro.

E, ando perdido...

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