segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Rascunhos

Guardo as tuas palavras, mas não as aponto, apenas oiço-as quando estou sozinho a meditar dessas falsas esperanças que sonho e não percebo.
A indeferença do teu sorriso, a inexpressão do teu olhar, todos esses traços tão parecidos com os meus...
Questiono-me ou desisto?
Por vezes apetece-me romper por momentos a lúcidez e levar-te até ao meu mundo de ilusões, para acordarmos juntos desses sentimentos que nos corroem, que nos afastam, quando eu queria que nos unissem, com tristezas e frustações esquecidas nos seus tempos, nas suas gavetas, como rascunhos perdidos noutras existências, noutros passados.
Para te ver sorrir, para compreender o teu olhar.

4 comentários:

  1. Revejo-me em cada uma destas tuas palavras...

    Beijinho

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  2. Margarida, eu também me revejo nos teus textos, ambos procuramos mais além. :)

    Beijos

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  3. Mais uma vez, obrigada pela visita lá ao meu cantinho:)

    De novo cá volto, para, de novo te ler. Aguardo novo post ;).

    Beijinho

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  4. Vamos nos lendo um ao outro. :)

    Nem sempre escrevo, mas vai passando por aqui.

    Beijos

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