Guardo as tuas palavras, mas não as aponto, apenas oiço-as quando estou sozinho a meditar dessas falsas esperanças que sonho e não percebo.
A indeferença do teu sorriso, a inexpressão do teu olhar, todos esses traços tão parecidos com os meus...
Questiono-me ou desisto?
Por vezes apetece-me romper por momentos a lúcidez e levar-te até ao meu mundo de ilusões, para acordarmos juntos desses sentimentos que nos corroem, que nos afastam, quando eu queria que nos unissem, com tristezas e frustações esquecidas nos seus tempos, nas suas gavetas, como rascunhos perdidos noutras existências, noutros passados.
Para te ver sorrir, para compreender o teu olhar.

Revejo-me em cada uma destas tuas palavras...
ResponderEliminarBeijinho
Margarida, eu também me revejo nos teus textos, ambos procuramos mais além. :)
ResponderEliminarBeijos
Mais uma vez, obrigada pela visita lá ao meu cantinho:)
ResponderEliminarDe novo cá volto, para, de novo te ler. Aguardo novo post ;).
Beijinho
Vamos nos lendo um ao outro. :)
ResponderEliminarNem sempre escrevo, mas vai passando por aqui.
Beijos